Conheça a Casa do Estudante da AMF

Conheça a Casa do Estudante da AMF

Dentre os muitos serviços ofertados pelas instituições de ensino superior, as casas do estudante costumam ser uma das mais importantes, principalmente por possibilitar a alunos de outros locais a moradia em uma nova etapa de vida.
Mas é de se pensar em um propósito maior para as casas do estudante do que simplesmente o de oferecer aos alunos um local para morar. Por que não alinhar a casa com a proposta pedagógica da instituição? Ou mesmo tornar o ambiente amistoso para que todos possam ter melhoramento na qualidade de vida? É pensando nisso que a Casa do Estudante da AMF busca, de acordo com os princípios praticados aqui, funcionar também quase que como um projeto de formação.
Antes de tudo, deve-se compreender o quão importante é o próprio ambiente para o desenvolvimento: sem um local limpo, tranquilo e organizado, não se pode aprender de maneira adequada. Por essa razão, além de ser incentivada a convivialidade entre os moradores, a limpeza dos ambientes comuns e privativos é feita pelos próprios moradores – afinal, a pessoa faz o ambiente e o ambiente a faz. Ainda no contexto de interação, socialidade e estilo de vida, os moradores também possuem toda a condição para prepararem as próprias refeições e comerem junto com os colegas. A Casa também possui uma firme coordenação pedagógica que está sempre presente no Recanto, conversando e auxiliando os alunos para que tudo possa estar organizado e funcionando da maneira pretendida.

Cozinha Comunitária da Casa do Estudante AMF

Assim como toda a AMF e do Recanto Maestro, a Casa do Estudante também pratica uma gestão sustentável: o aquecimento da água é feito por meio de energia solar, o sistema de tratamento de esgoto garante o saneamento básico e toda a infraestrutura da casa é montada pensando em garantir bem-estar e crescimento aos moradores.
Além disso, a formação acadêmica e profissional também é exigida: como contrapartida por morar na casa (visto que o número de vagas é limitado e existe concorrência) o morador precisa estar realizando uma atividade profissional ou então participar do projeto Escola da Vida, uma iniciativa da AMF em parceria com a Fundação Antonio Meneghetti voltada para os alunos que estão no começo do seu percurso: são aulas e oficinas que envolvem principalmente formação técnica e postura profissional, com o objetivo de incentivar os novos alunos a se qualificarem e buscarem oportunidades de trabalho.

  • sexta-feira, 23 de março de 2018
Os pilares da comunicação

Os pilares da comunicação

É difícil imaginar uma situação na qual a comunicação não seja importante – e o desafio é ainda maior se adicionarmos o ambiente social. Nesse aspecto, é importante compreender, como já foi abordado por filósofos, sociólogos e cientistas políticos das mais diversas épocas, que o homem é um animal social, ou seja, a sua tendência é a vida em sociedade, e então realmente fica impossível imaginar a ausência de comunicação.

Quando nos referimos a comunicação, é importante ressaltar que falamos sobre toda as suas formas: verbal, não-verbal, escrita... São tantas formas pelas quais as pessoas comunicam, e é preciso estar atento a todas elas, até porque muitas vezes, mesmo inconscientemente, estamos transmitindo alguma mensagem. Vamos, então, analisar alguns aspectos envolvidos no processo de comunicação: a lógica, a escrita e a oratória e retórica.

A lógica é uma das primeiras áreas do conhecimento a surgir, sendo um dos ramos da filosofia, sendo Aristóteles considerado o pai da lógica formal. A palavra tem origem no grego λ?γος (lógos), que significa palavra, estudo, razão. A lógica é, então, o critério da racionalidade, e por isso deve guiar toda espécie de comunicação. Nesse ramo, devemos ficar atento principalmente com a coerência de discurso, o encadeamento, ou seja, a progressão das ideias e na argumentação. Sendo a lógica a ciência do pensamento, existem algumas premissas que devem ser observadas e alguns cuidados na hora de exercitar uma argumentação para que esta seja, de fato, lógica. Para isso, existem as chamadas Leis do Pensamento:

- Princípio da não-contradição: duas proposições contraditórias não podem ser, ao mesmo tempo, verdadeiras.

- Lei do terceiro excluído: para qualquer proposição, ou ela é verdadeira ou a sua negação é verdadeira.

- Princípio da Razão Suficiente: para qualquer proposição verdadeira, existe uma razão, uma explicação suficiente.

- Princípio da Identidade dos Indiscerníveis: se dois elementos compartilham todas as propriedades, logo eles são idênticos.

Identificados os princípios para exercitar a maneira correta a lógica, é necessário cuidado com as falácias, são enunciados que, apesar de seguirem um raciocínio falso, pretendem simular a verdade. Confira aqui as falácias mais comuns:

- Dicto Simpliciter: essa falácia ocorre quando é feita uma generalização não qualificada. Exemplo: acordar cedo é bom, logo todos devem acordar cedo. Isso, naturalmente, é uma falácia, visto que a generalização não se aplica a todos. É necessário qualificar, ou seja, especificar uma das duas premissas para que o argumento seja, de fato, lógico;

- Generalização Apressada: se a pessoa generaliza algo com base em poucos indícios, está caindo nessa falácia. Exemplo: avisto 3 estudantes da escola X e todos eles são altos e magros, logo todos os estudantes da escola X são altos e magros. Quer dizer, baseado em uma amostra pouquíssimo representativa, formula-se um enunciado falacioso;

- Post-Hoc: essa falácia reside em estabelecer uma relação de causalidade entre dois eventos que ocorrem em sucessão cronológica, mas não estão diretamente relacionados. Exemplo: uma família sempre realiza as suas refeições sem a presença do filho. Um dia, o filho resolve realizar uma das refeições com a família e acontece uma briga. A família, então, culpa o filho pela ocorrência da briga, visto que, antes dele se juntar, as brigas não ocorriam. Vejam que, apesar do encadeamento cronológico das situações, não existe relação de causa entre a briga e a presença do filho. Portanto, o argumento é falacioso.

- Premissas contraditórias: a pessoa incorre nessa falácia quando formula duas premissas que são, entre si, contraditórias. Exemplo: posso fazer tudo, só não posso voar. Ora, um enunciado contradiz o outro, e isso gera a falácia.

- Ad Misericordiam: é uma falácia que acontece quando a pessoa apela para a compaixão do interlocutor. Exemplo: um homem vai em uma entrevista de emprego e, ao ser perguntado sobre suas qualidades para a vaga, responde que precisa sustentar a família. Por mais que a razão seja legítima, é um argumento que não é condizente com a pergunta que lhe foi feita e, além disso, “joga” com a misericórdia do outro.

- Falsa Analogia: essa falácia se dá na realização de uma analogia que é, em si, descabida, por representar situações diferentes. Exemplo: se os cirurgiões podem levar radiografias para auxiliar na hora de uma operação, os estudantes deveriam poder levar livros consultar nas provas. Uma situação não pode ser comparada com a outra, afinal, os cirurgiões não estão sendo submetidos a testes para comprovar se aprenderam.

- Hipótese Contrária ao Fato: acontece quando a pessoa parte de uma hipótese que não é verdadeira. Exemplo: se eu não tivesse começado a jogar futebol, nunca teria conhecido o João. A hipótese é falsa, visto que seria possível ter conhecido o tal João em diversas outras situações. Qualquer conclusão tirada a partir de uma hipótese contrária ao fato também é falsa.

- Envenenar o Poço: essa falácia consiste em, antes de um debate ou conversa, um dos envolvidos tenta desqualificar o que o outro irá falar. Exemplo: a mãe de uma aluna é chamada pela professora para uma conversa. No caminho para a escola, a aluna fala para a mãe: “essa professora tem “marcação” comigo e ela vai me atacar de qualquer jeito. O que aconteceu foi que a aluna “envenenou” a professora, tentando, em referência ao poço, impedir que os outros bebam da sua água.

- Argumentum Ad Hominem: ocorre quando, em um debate, um dos envolvidos faz um juízo de valor sobre o outro para tentar desqualificar o seu argumento, ou seja, ele “combate” a pessoa, e não o argumento. Exemplo: “Maria está discutindo com Joana e, em determinado momento, rebate Joana argumentando que ela não tem ensino superior”. O argumento, nesse caso, não promove o debate de ideias, mas o ataque gratuito a figura do interlocutor.

 

A escrita é outra grande área da comunicação. Essa competência é, muitas vezes, “temida” pelas pessoas: é só pensar em quantas pessoas não se sentem confiantes na hora de escrever uma redação. A escrita, para ser bem exercitada, engloba uma série de habilidades que, combinadas, resultam em um bom texto – é necessário domínio do idioma, organização lógica, coesão textual, conhecimentos diversos e capacidade de conexão entre eles, conhecimento da própria estilística de escrita... São vários pontos nessa composição, e todos eles devem ser observados e desenvolvidos. Nesse processo, existe, claro, a tendência natural de cada um, ou seja, o quanto de potencial existe no sentido de dominar essa competência, mas, seja para quem tem desenvoltura ou para quem tem dificuldade, mas quer se aprimorar, algumas coisas dicas práticas são muito úteis.

Primeiro, leia bastante! Não precisa ser necessariamente livro, mas até a leitura de notícias já auxiliam. Claro, quando se lê algo com um conteúdo que acrescenta conhecimento, é melhor, mas, para a finalidade de aprimorar a escrita, a leitura de textos bem escritos, independente do gênero, é uma grande aliada. Isso ocorre porque, a partir da leitura constante, além de ir apreendendo, mesmo que de maneira inconsciente, questões de lógica textual, progressão e coesão, você também “acostuma” o olho na parte gramatical: por mais que você não conheça todas as regras, você “sente” que falta (ou sobra) uma vírgula, que o pronome deve ser posicionado de tal maneira ou que existe repetição de termos.

Outra coisa que ajuda, por mais que seja óbvio, é escrever, e isso pode ser feito por treino ou por, por exemplo, estudo, ao fazer síntese de um assunto do seu curso. Depois, claro, é necessário analisar o próprio texto com um olhar crítico e verificar os pontos de melhoria. Esse exercício serve também para identificar os próprios vícios de linguagem e ir, aos poucos, eliminando-os.

Por fim, a curiosidade pelo próprio idioma é fundamental, principalmente para ampliar o vocabulário. Seja na leitura de textos difíceis, ou mesmo antigos, ou então em poesias, nós sempre aprendemos palavras novas e, depois, você pode encontrar uma maneira própria de internalizar o conceito e agregar o novo vocábulo ao seu léxico! Com isso, você também se vê mais preparada na hora de realizar explicações e conexões de conteúdos.

Outro aspecto maestro na hora de se comunicar é a oratória e, em conjunto, a retórica. De forma muito simples, a oratória é a arte de falar bem em público, e a retórica está ligada com utilizar o ato de comunicar como meio de convencimento e persuasão. Quando se trata de debates, exposições e discursos, os dois conceitos se tornam complementares e indispensáveis para se obter sucesso.

A comunicação em público possui seus princípios reguladores que devem ser respeitados: simplicidade, eficácia de impacto e convicção. Quando se está falando em público, enfrenta-se três momentos, que podem ser comparados com um avião que decola, voa e aterrissa. No início, pode-se realizar uma apneia de 4 segundos, e é fundamental estimular a curiosidade dos ouvintes, envolvendo-os na fala. O início é muito importante, sendo o momento onde se ganha ou se perde o público, então é importante, durante a fala, se dirigir aos presentes como um todo, sem excluir ou privilegiar determinado grupo ou indivíduo. É também necessária a boa articulação e saber utilizar o diafragma. Durante o “voo”, o segundo estágio, a ação deve ser simples, suave e elegante, com aceleração ou desaceleração de acordo com o seu interesse de fala. A operação também deve ser feita de modo a parecer improvisado. Durante o voo, a pausa inteligente também é um recurso interessante, pois estimula a audição e a curiosidade da plateia, mantendo a atenção. Ao final, chega-se na aterrissagem, momento que é tão perigoso quanto a “decolagem”. Não se pode baixar a guarda, diminuir a animação, intensidade da voz e energia nas ações, evitando a “morte” da voz. O final tem que ser feito de forma súbita, procurando gerar o mesmo efeito do início: estimular a plateia e deixar a sensação de “quero mais”.

No que se refere à retórica, podemos, mais uma vez, recorrer à imensa fonte de saber da Filosofia Antiga: Aristóteles já indicava três pilares da argumentação que fazem realidade no discurso e definem um bom orador: ?θ?ς (ethos), π?θος (pathos) e λ?γος (lógos). Aplicando esses três elementos durante o discurso, o poder de convencimento torna-se muito alto e, com isso, é possível persuadir o público ou “vender” uma ideia ou posição.

O primeiro ponto, o ethos, está ligado com a credibilidade, com a autoridade que o locutor tem para falar sobre o assunto. A palavra grega gera, por exemplo, “ética”, então fica um pouco mais simples entender o seu significado e a sua aplicação na retórica. O que ocorre é que, ao argumentar sobre algo que se conhece profundamente, já se viveu ou que ainda faz realidade na própria vida, o interlocutor consegue trazer toda a força da experiência, de já ter vivido e de “saber na pele” aquilo que se fala. Em suma, o locutor não apenas discorre sobre o argumento, mas ele vive o argumento.

O pathos é o elemento que agrega a emoção no discurso. É a parte capaz de emocionar, de “mexer dentro”, de tocar emocionalmente o público. Essa esfera do discurso, no entanto, deve ser explorada com cautela e inteligência, pois a linha entre a utilização funcional e um certo apelo emotivo, forçado, é muito tênue, e a segunda situação configura pecado. E o pathos também está ligado com a capacidade de “explosão” do locutor, e isso reforça a questão da cautela e da sabedoria ao se valer desse pilar, e aqui vale, para lembrança, o velho ditado: a diferença entre o remédio e o veneno é a dose.

A lógos, já explorado no começo do texto, indica justamente a capacidade do interlocutor de organizar logicamente o seu discurso. É a capacidade de fazer links, de dar sequência à fala e de “pegar na mão” do ouvinte para que ele, por meio desse prosseguimento ordenado, entenda e seja convencido do argumento.

  • terça-feira, 20 de março de 2018
Confira os depoimentos de alunos que realizaram a sua primeira viagem internacional com a AMF!

Confira os depoimentos de alunos que realizaram a sua primeira viagem internacional com a AMF!

Viajar é uma atividade realmente apaixonante – não é por acaso que algumas pessoas têm como um dos objetivos conhecer o mundo. A viagem é uma experiência única em vários aspectos, a começar pela própria interioridade do indivíduo, pois cada um, de acordo com a sua própria personalidade, impacta cada local de maneira diferente.

Os destinos, da mesma forma, são únicos em todos os aspectos: cultura, povos, culinária, costumes, história... Por isso, viajar é de fato algo fascinante e que move a todos! Além de todos os fins turísticos, a viagem, por proporcionar tantas novidades ao indivíduo, é também um ótimo instrumento formativo!

Aqui na AMF, dentro da nossa proposta de formação integral, colocamos a internacionalidade como um dos pilares desse processo, justamente pelo fato de que o contato com uma nova realidade permite ao ser humano conhecer novos modos de realizar, rever conceitos e ampliar conhecimentos e horizontes. Em suma, é algo indispensável na formação de pessoas que buscam fazer de fato a diferença no próprio campo de atuação. Dentro desse contexto, a AMF dá o suporte ao aluno por meio, primeiramente, de aulas de idiomas, possibilitando a passagem de comunicação na hora da viagem; em complemento a isso, existem parcerias e acordos de cooperação para que o aluno possa realizar intercâmbios culturais e linguísticos!

Igor Gressler, acadêmico do curso de Direito e natural de Formigueiro, foi um dos alunos que realizou um intercâmbio. Ele participou do Prêmio FOIL, um projeto que ocorre a cada dois anos com o escopo incentivar os alunos a realizarem viagens com o duplo objetivo de conhecer um novo país e de estudar. Em 2015, Igor foi o vencedor do Prêmio FOIL e, no ano seguinte, viajou para Londres: “Foi uma experiência muito legal, até porque foi a minha primeira viagem internacional, e, sem dominar a língua inglesa. Fiz aulas na Regent School, que foram muito boas, principalmente pelo método e didática dos professores, que proporcionavam que eu pudesse ter um diálogo, ainda que básico, com colegas de outras nacionalidades, como Turquia e França. Mesmo sendo o nível básico, obtive grandes resultados, pois hoje me sinto mais preparado caso precise me comunicar em inglês. A cidade de Londres é maravilhosa e, mesmo ficando 20 dias, não consegui visitar tudo o que eu queria. Fui me organizando para ir nos locais que mais me chamavam a atenção, e era um sentimento de vontade real de ficar lá. Eram atrações turísticas, artistas de rua, quer dizer, só de andar na cidade já valia muito a pena. É uma cidade fantástica, muito diferente.”

Igor Gressler em Londres, na Inglaterra.

 

Além das iniciativas permanentes, a AMF realiza eventos científicos e culturais em outras partes do mundo! No ano passado, ocorreu o Symposium Internacional "Pedagogia Contemporânea: Responsabilidade e Formação do Jovem para a Sociedade do Futuro", em comemoração aos 10 anos da instituição, na sede da Unesco, em Paris (confira o vídeo produzido em virtude desse grande acontecimento). Nessa oportunidade, mais de 40 alunos dos cursos de graduação estiverem presentes e participaram não apenas do evento científico, mas conheceram uma cidade muito diferente, conheceram o Louvre, maior museu do mundo, dentre outros pontos turísticos e, ao final, foi promovido um curso com os alunos. O aluno Amauri Venturini, um dos participantes dessa viagem, conta um pouco da experiência: “Às vezes eu me pego pensando em quando eu estava lá, em Paris, e como era bom. Foi uma viagem que me marcou muito, pois era tudo novidade: clima, pessoas, arquitetura, cultura. E eu acordava cedo para ir nos pontos turísticos ou nos eventos, e ainda tinha a questão do fuso horário, só que mesmo fazendo muitas coisas, eu sempre acordava disposto para as programações do dia seguinte. Na questão financeira, eu tenho um planejamento pessoal, quer dizer, eu não estava juntando dinheiro especificamente para a viagem, mas sempre me organizo quanto a isso e, quando apareceu a oportunidade de viajar, eu tinha uma reserva que era suficiente. Muitas pessoas dizem que viagens para a Europa são clichês, comuns, e talvez esse seja o sentimento de quem ganha tudo dos pais, mas não para quem se planejou, se organizou, trabalhou e juntou uma quantia. Além da viagem em si, de conhecer a cidade, tivemos a oportunidade de participar do evento promovido em comemoração aos 10 anos da AMF. Também o suporte que nos foi dado na organização da viagem, em passeios, hospedagem e orientações como um todo foi essencial”.

Amauri Venturini na cidade de Paris, França.

 

Outra aluna que estava presente no Symposium foi Caroline Alana Friedrich, acadêmica do curso de Direito e natural do município de Agudo. Saindo de Paris, ela, que é descendente de alemães, foi passar alguns dias na Alemanha, conhecendo um país que, para ela, tem um significado também pessoal: “O que eu mais gostei foi ter conhecido uma cultura bem diferente da nossa aqui do Brasil. São pessoas diferentes, locais lindos, e foi muito legal. Em relação à organização para a viagem, esse foi um dos poucos momentos em que eu tive que me virar sozinha. Eu ganhei o Prêmio ODS, da Fundação Antonio Meneghetti, e juntei com o valor guardado no banco e realizei a viagem, e me dá orgulho ter, na minha idade, conhecido outros países, sendo que meus pais ainda não saíram do Brasil. Foi uma experiência maravilhosa, bem marcante, especialmente por ter ido também para a Alemanha, pois eu tenho ascendência alemã, e ter ido conhecer as minhas origens, conseguindo me comunicar com o alemão, idioma que eu aprendi aqui. Isso foi muito importante para mim”.

Caroline Alana Friedrich na Alemanha.

 

Natália Santos, acadêmica do curso de Ontopsicologia, participou ativamente do evento na França – compôs uma das mesas-redondas, junto com outros 3 alunos, falando sobre a situação da juventude atual, as problemáticas e as soluções. Depois, ela aproveitou para conhecer a Itália, país onde nasceu a ciência que ela estuda cotidianamente no curso que escolheu. Falando em um viés mais intimista, ela comenta como foi realizar a sua primeira viagem internacional: “O que eu mais gostei da viagem é como conseguimos relativizar a ideia que temos de nós mesmos. Você está em outro lugar, onde você não conhece ninguém, e esse sentimento vem inclusive antes: com 19 anos, eu não imaginava estar na Europa, na França, na Itália. Era, claro, uma ideia simpática, que me agradava, mas não estava dentro das minhas perspectivas naquele momento. Eu ganhei o Prêmio FOIL, e isso já foi um primeiro estímulo, pois me dava a passagem aérea. Eu fui para Paris, participar dos eventos em comemoração aos 10 anos da AMF, e depois foi para a Itália, onde passei por Florença e Roma. Nesse segundo país, eu fui somente com mais uma pessoa em Florença e depois sozinha em Roma, e essa experiência de estar sozinha em outro país é indescritível. Eu saí de Paris sozinha, de trem, algo que eu nunca tinha feito, e eu tinha que fazer! E isso faz com que você se confronte com a situações, porque não existe experiência naquilo, e você precisa resolver. E acho que foi exatamente por isso que a experiência na Itália foi mais marcante, por eu estar sozinha, então foi uma viagem mais reflexiva, digamos assim, na qual eu estava em situações com as quais eu nunca tinha lidado e eu tinha que resolver. Quando a gente desconhece algo, como eu não conhecia a Itália, o encontro com aquilo gera uma espécie de empatia, uma compreensão de que existem uma diversidade muito grande no mundo. Uma viagem dessa dá a você todas as possibilidades que existem para fazer tantas coisas, pois, dependendo da realidade da qual cada um vem, não existe a dimensão do que é uma viagem dessa e do que você consegue fazer. Na viagem você tem a evidência do quanto você é capaz, e não só você, pessoalmente, mas também o homem como um todo: são tantas coisas grandes, tantas obras de arte, tantas construções, monumentos e tudo feito pelo ser humano! Isso traz para você uma grandeza, um enriquecimento, e você vê que existe possibilidade de fazer coisas grandes, coisas belas. Eu acho que isso é o que eu mais gostei da viagem, porque me enche o coração essa capacidade do homem de realizar. É uma coisa linda, e foi o que eu consegui ver nessa viagem”.

Natália Santos em Florença, na Itália.

Esses são relatos de alunos que, com esforço, perseverança e vontade, conseguiram essa conquista! Prepare-se e fique atento para, quando a oportunidade aparecer, realizar também a sua viagem!

 

  • quinta-feira, 15 de março de 2018
#Soucalouroamf

#Soucalouroamf

Confira os depoimentos dos calouros de 2018, relatando o por quê escolheram a faculdade e como está sendo sua adaptação à vida acadêmica.

"Primeiramente, é uma experiência única. Quando eu resolvi vir para o Recanto, estudar na AMF, vim com um único objetivo: ser alguém na vida.

Aqui no Recanto Maestro, as oportunidades surgem, crescer na vida faz mais sentido, se adaptar, fazer amizades, crescer. As pessoas que chegam à Faculdade Antonio Meneghetti, elas mudam (para melhor, com certeza), você aprende a viver de uma maneira melhor, aprende como é a realidade do ser humano. Quando você cursa o que realmente gosta, você muda os seus sentidos, a maneira de estudar, a maneira de querer sempre aprender mais e mais. Aqui, você aprende muito, e a cada dia que passa eu to aprendendo mais e mais. Todos tem um objetivo, todos tem um futuro, e nesse lugar ele é reservado para tudo isso, realmente, o futuro é aqui."

Adriel Machado – 1º Bacharelado em Semestre Sistemas de Informação

 

"Observando o Recanto do Maestro, de imediato, percebe-se excelência. Sou fascinada por tudo o que é bem feito, gosto de ver o produto da síntese de eficiência e eficácia, seja em qual for a natureza da obra. Excelência inspira o que há em sua volta a ser excelente também. Morar no Recanto influencia meu modo de pensar-agir, porque, naturalmente, adoto as características que o tornam excelente, de forma a desenvolver também o potencial intrínseco do meu ser. 

A Faculdade Antonio Meneghetti zela muito pelo desenvolvimento humano, pois compartilha essa característica proveniente de seu meio – um centro de artes e cultura humanista que é referência internacional. Essas condições, sem dúvidas, configuram uma cultura voltada ao ser humano, exaltando nele as características de um verdadeiro líder, que protagoniza suas ações. Uma das virtudes necessárias para uma sociedade de sucesso é ser constituída por indivíduos conscientes da importância de dar o seu melhor, e complementar a isso, obras que constantemente respaldam que sonhos são possíveis e que são mãos e mentes humanas, como as minhas e como as de qualquer pessoa, que os tornam reais, assim como tornaram o Recanto do Maestro o que ele é hoje.

Olhar imagens do Recanto do Maestro no Google Street View depois de tê-lo conhecido pessoalmente me deixou sem palavras, vide que a visita do carro foi em 2012 e minha primeira visita ao Recanto foi em dezembro de 2017, porque é esplêndida a evolução calhada por esta pequena parte da Quarta Colônia em questão de 5 ou 6 anos. Um crescimento sócio-econômico dado em função exponencial; Eu tenho certeza que os resultados mais significativos desta evolução provêm de uma série de acontecimentos que acarretam seus sucessivos. Em outras palavras: Exemplos que geram novos feitos. O que menos falta no Recanto são exemplos de sucesso e esse, sem dúvida nenhuma, foi o motivo responsável pela minha melhor escolha, digo “melhor” porque posso evidenciar isso a partir do que tenho vivido aqui nestes primeiros dias.

Dado que todos os seres humanos são iguais, é passível afirmar que todos possuem excelência em algo – não que isso implique em a pessoa saber qual é sua excelência, mas sim, ela tem e só precisa descobrir –. Quando uma pessoa manifesta sua excelência, ela instiga a pessoa ao lado a também externalizar a sua. A ausência da manifestação de excelência é a contaminação do comodismo e isso é um mal, justamente, porque o comodismo não inspira a criação de nada. A falta de inspiração impede o sucesso.

Às vezes saio a contemplar a exuberância desse lugar, que carinhosamente chamo de Terra Média, e lembro-me de uma passagem do livro The Fountainhead da escritora russo-americana Ayn Rand onde o Howard Roark constrói, não um templo religioso, mas sim, um templo para homens; Na justificativa de que nesse lugar o homem iria para se sentir grande, jamais para se prostrar, mas para ser contemplado; Para saber o quão grandioso o ser humano é e sentir orgulho de também ser um. Aqui eu me sinto assim. Eu me sinto capaz e a Faculdade não só abastece esse meu sentimento como também dá espaço para eu me realizar."

Gabrieli Silva da Silva – 1º Bacharelado em Semestre Sistemas de Informação

 

"Escolhi vir para a AMF por ser uma faculdade com um atendimento diferenciado, uma instituição que concede oportunidades e que zela pelo bem de seus alunos. Está sendo um grande privilégio poder fazer parte de algo tão humanista. Posso realmente sentir como se aqui fosse meu lugar. Espero que continue desse jeito, pois quero me formar como uma pessoa melhor para o futuro e ser um grande exemplo."

Bruna Wollmann – 1º Semestre de Bacharelado em Ontopsicologia 

  • segunda-feira, 12 de março de 2018
O que esperar do seu primeiro ano de faculdade?

O que esperar do seu primeiro ano de faculdade?

Na vida, algumas fases são marcantes e, em especial, nos marcam aquelas que trazem grandes mudanças para a nossa realidade. Por mais que a memória não alcance, mas são fatos como o primeiro dia de aula, o início da prática regular de um esporte, a dedicação à um instrumento musical, a decisão interna e séria de adotar determinadas atitudes para atingir um objetivo... Todas essas passagens representam grandes viradas na nossa vida, incluindo rotina, relações interpessoais, interesse, mentalidade e estilo de vida.

Dentre esses períodos, um dos que se destacam é o ingresso no Ensino Superior e, mais especificamente, os primeiros seis meses, primeiro ano do curso de graduação escolhido. E muitos são os motivos desta ser uma fase tão marcante na vida de uma pessoa: estamos entrando na fase adulta da vida, mas ao mesmo tempo ainda não temos a maturidade necessária para lidar com tudo; passamos a dividir a sala de aula com as mais diversas pessoas – agora em todos os aspectos, a começar pela idade; os professores costumam ser muito diferentes daqueles do Ensino Médio; os assuntos que estudamos, da mesma forma, costumam não guardar relações tão fortes assim com os conteúdos escolares. Enfim, são muitos pontos, mas, em síntese, uma coisa que costuma acontecer é que ampliamos o nosso “raio de visão” e passamos a enxergar um sem-fim de possibilidades que antes nos pareciam distantes ou nem mesmo passavam pelo pensamento.

Isso acontece porque, via de regra, os centros de ensino superior são locais de livre pensamento, de debate de ideias e, essencialmente, de desenvolvimento da inteligência humana. Esse é um pressuposto que os calouros devem carregar consigo e, mais do que isso, devem ter a mente sempre disponível para aprender e para mudar algum aspecto da própria vida, dos maiores aos mais banais – afinal, essa é, essencialmente, uma fase de autoconhecimento e descobertas!

Então, como podemos aproveitar esse período da melhor forma? Vivendo cada momento com o seu devido valor e buscando perceber como cada atividade nos “toca”. Além disso, um certo relativismo, responsável e tendo como base sempre cada um de nós, é importante, e dentro disto, o questionamento sadio e a experimentação do maior número de atividades. Também a interação com os amigos é muito interessante, pois estes podem ser ótimos pontos de desenvolvimento mútuo. Isso se justifica pois, nesse momento, nós ainda temos “elasticidade”, e é mais fácil e simples a realização de mudanças funcionais na própria vida.

Pesquise sobre os projetos que a instituição oferece e participe daqueles que lhe são simpáticos; busque atividades práticas dentro do curso escolhido; busque trabalhar, até mesmo com coisas que, a princípio, não parecem ter muita relação com a sua graduação. E por qual razão tudo isso é importante? É na ação que nos conhecemos e nos construímos, então precisamos fazer para descobrir a nossa identidade! E, a partir dessas atividades, procure sentir e entender quais te dão mais ganho, mais felicidade, mais realização – esse é um ótimo indicativo de, por exemplo, o tipo de profissão que, no futuro, lhe trará realização. Ah, outra coisa importante aqui: não tenha receio da opinião alheia sobre alguma escolha, desde participar de um projeto até, eventualmente, mudar de curso. A verdade de cada um é individual e deve ser construída assim, individualmente, nas escolhas de decisões.

E, no mais, viva essa bela fase da vida! Quando entramos na faculdade, estamos em um período da vida no qual temos muita energia, força e vontade de fazer! Direcione toda essa abundância vital para atividades que de fato lhe fazem crescer e se descobrir, pois a vida é um grande presente para aqueles que sabem vivê-la de acordo com a própria identidade!

  • quarta-feira, 7 de março de 2018
Métodos e dicas de estudo

Métodos e dicas de estudo

Estudar...essa é uma das tantas atividades da vida que, apesar de sabermos da importância, por vezes “deixamos de lado” e não fazemos como deveríamos. Hoje, então, vamos falar sobre métodos e dicas de estudo, com ações práticas e simples que podem ser feitas e ajudam a melhorar o rendimento acadêmico. Antes de comentar essas ações, existem três premissas importantes: a primeira é que o estudo é de fato uma tarefa árdua, de sacrifício, mas muito recompensadora, especialmente para quem quer ser grande – não se alcança a grandeza sem estudo e não é possível transferi-lo; a segunda coisa é ser realista, mas no seguinte sentido: se eu não tenho hábito de estudar, não vou conseguir, como mágica, começar a estudar 5h por dia, e o melhor é ir aumentando gradativamente o tempo de estudo; a terceira é que cada pessoa funciona de uma maneira, ou seja, você precisa conhecer o seu modo próprio de funcionamento para estudar de maneira conforme.

Da prática à excelência: como já foi dito, se você não tem hábito de estudar, não vai ser proveitoso passar muito tempo estudando. O melhor é começar com pouco tempo de por dia (pouco mesmo, como 20 ou 30 minutos) e ir aumentando semanalmente o tempo de estudo. Você pode definir o quanto vai aumentar de acordo com o seu próprio ritmo, e o importante é ir progredindo sempre. Para se tornar hábito, uma prática precisa ser exercitada por aproximadamente 6 meses, então, para tornar o estudo um hábito na sua vida, seja persistente.

Organização: aqui, além de realista, você precisa ser razoável e ter senso de hierarquia e prioridades. O primeiro passo é definir algumas coisas para organizar como será o estudo: quanto tempo livre eu tenho para estudar nessa semana? Quais são as prioridades de conteúdo? Saiba organizar com inteligência o tempo e as demandas para que se obtenha o máximo de aproveitamento. Outro ponto interessante quanto à organização é que não vale a pena fazer calendários muito longos, então o melhor é organizar os estudos semana a semana. Um bom dia para se fazer isso é no domingo, quando podemos recapitular as atividades da semana que está para começar e podemos distribuir as atividades com mais clareza e realismo.

Horários de estudo: muitos são os debates sobre a melhor hora de se estudar: estudo pela manhã, logo quando acordo? Ou pela noite? Antes de tudo, é importante conhecer as suas próprias normas de funcionamento, pois a medida de produtividade vai ser sempre de acordo com você. No entanto, uma “regra” que se deve observar é a seguinte: normalmente fazemos muitas coisas ao longo do dia, e, no que se refere ao estudo, é importante concentração e foco. Por isso, o melhor é estudar antes ou depois de termos entrado no giro das demais atividades, pois, enquanto estamos fazendo outras coisas, é impossível atingir a concentração necessária para se estudar – e é por isso que o melhor é estudar logo ao acordar (antes de “começar o dia”) ou de noite, ao chegar em casa (depois que o dia já “terminou”). Desse modo, você evita dividir a atenção do estudo com as outras demandas do dia.
 


 

“Estudar”: a palavra estudar é um verbo. Se os verbos indicam ação, não seja passivo no estudo! Isso significa que, para apreender melhor os conteúdos, você deve ser ativo e fazer coisas a partir do que foi lido. Já de começo, uma coisa indispensável é ler em voz alta. Ao fazer isso, você estimula um número muito maior de sentidos e, assim, absorve melhor o que está lendo. As demais ações também são dadas pelo estudante, pois as possibilidades são várias: você pode fazer síntese dos conteúdos, escrevendo (à mão, pois dessa forma estimulamos um número maior de neurônios) um número pré-definido (por você) de linhas (de 10 a 20 linhas, pois isso garante objetividade e aumenta o seu poder de síntese), de maneira a contemplar os principais pontos daquilo que foi estudado; ou boa ideia é fazer um resumo oral do conteúdo; você pode também discutir o assunto com um amigo que já estudou aquele assunto, sem nenhum tipo de consulta, para testar se você (e ele) realmente compreenderam o tema a ponto de desenvolver um diálogo. Outra maneira (muito eficaz) é pensar em aplicações práticas do conteúdo estudado – desse modo, você consegue vincular a teoria estudada à uma situação real, e, ao ver ou pensar na situação prática, o conteúdo teórico vem à tona na memória.

Tenha objetivo nos estudos: sabe por qual motivo muitas vezes o estudo parece chato? Porque muitas vezes não “linkamos” aquele esforço com os resultados que queremos obter. Você quer ser grande? Quer ter uma empresa? Um escritório de advocacia? Ser um grande profissional? O estudo é um dos meios pelos quais você chega lá, e é assim que ele deve ser encarado: uma parte do caminho! O processo, para ficar mais atrativo, pode ser também “moldado” pelo objetivo. Vamos tomar o curso de Direito como exemplo para entender isso: se você faz Direito e quer ser Juiz na área trabalhista, você pode esquematizar seus estudos nesse sentido. Pesquisar as quatro fases da prova, os temas cobrados, e se focar nas áreas do Direito que de fato serão úteis para você. Em síntese, você precisa ver sentido no estudo.

Saiba aproveitar a aula: e também os momentos em casa! É preciso entender como, para você, é mais funcional realizar o seu estudo, o que você pode aproveitar na aula e como você pode “render” em casa. Esse processo também é muito pessoal, pois algumas pessoas aprendem melhor a partir da explicação do professor, já outros preferem ler sozinhos, então aqui também é necessário saber um pouco sobre si mesmo. Em sala de aula, o mais importante é saber como “extrair” o máximo do professor. Ele não é o único detentor do conhecimento, então uma boa estratégia é descobrir com ele quais são os assuntos das próximas aulas e realizar estudos em casa antes da aula, pois, dessa forma, você utiliza a aula para tirar dúvidas e para ver algo que passou despercebido durante o seu estudo. Você também pode tirar dúvidas com amigos ou outras pessoas que tenham domínio do assunto que você está estudando. O professor é um guia, mas o aluno pode (e deve!) ser independente.

Ambiente de estudo: para se ter um estudo proveitoso, o seu local de estudo PRECISA estar em ordem. Escolha um lugar limpo, organizado e agradável para estudar, e um lugar que não cause distrações: estudar, por exemplo, em uma mesa com uma janela que dá vista para o mar ou para um belo campo é uma atitude que dificulta a concentração! Prepare o local com tudo o que você vai precisar, como livros, cadernos, lápis, canetas... e isso também significa deixar de lado também aquilo que você não precisa, ou seja, nada de celular! De preferência, desligue o celular e deixe-o em um lugar distante. Para quem gosta de estudar no computador, ele pode ser uma grande ferramenta, mas não funciona sozinho. Além disso, é preciso ter disciplina, foco e responsabilidade com esse meio, pois muitos vão estudar no computador, mas em poucos minutos já estão navegando em outros sites da web.

Conhecimento interdisciplinar ajuda (e muito!): por fim, seja interessado e curioso sobre o máximo de coisas possíveis, pois esse é um excelente modo de “gravar” o que foi estudado. Isso acontece porque você conecta o estudo com situações práticas e vê aplicação do conteúdo, e isso faz com que você “crie” imagens mais concretas para lembrar do conteúdo. Um claro exemplo disso: a maioria das pessoas, mesmo sem nunca ter estudado Direito, sabe a diferença entre homicídio doloso e culposo. Como isso é possível? Ao ler notícias, muitas vezes nos deparamos com esses termos em situações da vida real e, aos poucos, vamos apreendendo o sentido. Isso acontece com qualquer conteúdo. Outra dica muita boa, principalmente para lembrar de termos mais difíceis e de seus significados, é buscar saber a etimologia da palavra. Muitas vezes as palavras grandes e difíceis de lembrar são junções de dois termos, mas só conseguimos visualizar com clareza essa combinação quando descobrimos quais são esses termos. Essa medida é boa de maneira geral, pois aumenta o nosso vocabulário e nos dá muito mais capacidade lógica de descobrir o significado de um termo observando a formação da palavra.

 

 

  • sexta-feira, 2 de março de 2018
7 pontos do empreendedor de sucesso

7 pontos do empreendedor de sucesso

Muitos são os manuais apresentados para quem quer começar um negócio e empreender. Em cursos e palestras, também são apresentados métodos e posturas que contribuem nessa jornada. Mas quais são as práticas e pressupostos que são de fato decisivos para o sujeito que busca empreender? Veja aqui os 7 pontos que compõem a práxis do empreendedor de sucesso!

1) Ter potencial natural. Um potencial superior, que capacita a ser grande, a ser líder. Deve-se, então, compreender as próprias potencialidades, as próprias capacidades, e trabalhar de acordo com o que se é. Isso quer dizer que, por nascimento, já se é diferente, e isso significa também mais responsabilidade para se desenvolver e atuar na história. O líder é o artífice de criatividade que, partindo da própria diversidade, tem ganho e realiza sucesso.

2) O seu desenvolvimento técnico deve ser conforme ao potencial de natureza. O empreendedor deve saber como utilizar as regras sociais em seu favor e fazer as melhores escolhas, de acordo com as opções disponíveis, para se desenvolver em igualdade com o potencial – sempre em referência à conhecimento técnico e ao próprio business. Em suma, a evolução racional do sujeito deve ocorrer em iso com o próprio potencial, e isso envolve uma grande escola de formação, coerência, experiências, sacrifício e uma continuidade de estudos. Aqui, é importante também pagar pela própria formação, pelo próprio processo de se tornar grande – isso faz parte dos esforços e sacrifícios necessários para tal. É a partir dessa preparação técnica que o potencial encontra os caminhos para se mostrar em seu ápice, com excelência.

3) Ter uma ambição definida. A ambição dá a ordem, o formato. A inteligência sem a ambição se torna um desastre. É ela que fornece a direção da energia presente no sujeito. A ambição se relaciona diretamente aos dois primeiros pontos: depois do potencial e de realizar uma excelente formação técnica, são indispensáveis a ambição e a coragem de pagar um preço maior, correspondente à própria distinção. Dentro da dialética do intelecto e da vontade – as duas faculdades da alma – a segunda, que está intimamente relacionada com a ambição, costuma ser inclusive mais preponderante em uma trajetória de sucesso.

4) O empreendedor deve ter amor pelo próprio trabalho e pelo próprio projeto. Deve-se amar aquilo que escolhe, um amor primordial e duradouro. A ambição e o amor devem estar juntos, e o sentimento deve ser verdadeiro, deve ser realmente sentido pelo empreendedor. Esse amor gera de fato valor também para o produto, pois se transmite, a partir do líder, para todos aqueles que trabalham e principalmente para o consumidor. Nesse quesito, o potencial natural entra de maneira fundamental: ao atuar aquilo que se é, de maneira superior e com verdadeiro amor, faz-se a conexão com o mundo-da-vida, ou seja, existe a participação espiritual, metafísica, e é justamente essa ordem vital que cria fascínio. É como se o empresário também distribuísse um pouco da sua abundância de vida, e as outras pessoas se sentem parte dessa grande festa.

Importante: com os quatro primeiros pontos, o sucesso já começa a se evidenciar.

5) Ser detentor de um conhecimento superior específico sobre o próprio setor. Depois de um certo percurso, com experiência, deve-se saber conhecer o melhor sobre o seu projeto específico. Sobre o produto e a área de atuação, o líder deve ter uma permanente e genuína curiosidade, ser o máximo especialista na área, sempre em constante atualização. Ele deve buscar entender de tudo, desde questões materiais, físicas, químicas, até a psicologia por trás do seu business específico. Se existe amor ao projeto, deve haver especialização.

6) Transcendência solitária ao utilitarismo funcional. Transcendência ao utilitarismo funcional significa que o líder transcende todas as situações e, na sua mente, o escopo prioritário é o útil e funcional da própria empresa. Ele deve viver as situações com relativismo e transitoriedade, salvaguardando a verdade intrínseca. Independente do meio e da ferramenta, não se pode perder o escopo do projeto, ou seja, deve existir transcendência sobre os meios utilizados para alcançar o objetivo. O líder, o homem superior, está sempre em ganho mental, está sempre em criatividade. Ocorre ampliação constante do projeto por ação do indivíduo.

7) O líder deve ser capaz de racionalidade sobre a intuição. A intuição é um momento que permite ao líder ver com exatidão onde está o negócio. Saber organizar a intuição no modo da racionalidade significa ter um instrumento que resulta sempre em sucesso. É por meio da leitura correta da intuição que o líder distingue a direção do sucesso daquela do fracasso – em síntese, ter a visão da intuição significa ter a capacidade de ver onde se encontra a escolha otimal. Reelaborando com outras palavras, racionalidade sobre a intuição é a conformidade entre o Eu lógico-histórico (parte consciente do ser humano) e a pulsão primária do núcleo informático que faz contato com o mundo-da-vida. Em qualquer situação existe apenas uma escolha otimal a ser feita, e a intuição dá a chave de leitura para saber o que fazer a cada momento.

Este e outros assuntos são abordados no curso de Extenção Escola de Negócios: faculdadeam.edu.br/extensao/escola-de-negocios

  • quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Os cinco pontos para o micro, pequeno e médio empresário

Os cinco pontos para o micro, pequeno e médio empresário

O desenvolvimento empresarial exige regras de conduta e hierarquia – é necessário saber não apenas o que fazer, mas quando fazer e qual é a prioridade do momento. Esse processo deve ser seguido desde o início do negócio, quando o empresário precisa realmente participar em primeira pessoa de todos os processos, até a constituição de um grande império empresarial. Nesse meio tempo, porém, existe a fase das chamadas micro, pequenas e médias empresas: quais pontos devem ser vigiados nesse ponto da curva? Cinco são os pontos para os quais empresários desse porte devem estar atentos. São questões de ordem prática que influenciam diretamente nos rumos do empreendimento – seja no sucesso ou na ruína – e a atitude correta diante desses pontos encaminham o crescimento sadio e progressivo!

Primeiro Ponto: a Lei

O primeiro quesito a se levar em conta nesse momento da empresa é a lei. O fundamento da lei é o de organização social, mas, sobretudo nos dias de hoje, a lei é relativizada e, em alguns casos, é até filtrada pela moral ou pela opinião pública. Qual é o resultado disso? A lei pode ser facilmente manejada para atacar, prejudicar ou atrapalhar o indivíduo. Desse modo, com a lei se deve lidar da mesma forma que se lida com o sistema como um todo: não se pode ir contra, pois o sistema (ou a lei, nesse caso) é sempre mais forte, e o caminho é a adequação, é o exercício da própria capacidade de ação dentro das regras legais. Em suma, é preciso ter o conhecimento das leis e agir sempre conforme – por mais que existam discordância – e da mesma forma deve ser a mentalidade dos colaboradores em relação ao conjunto legal vigente, pois a lei é sempre prioritária.

Segundo Ponto: Organização dos Colaboradores, Meios e Estruturas

Depois de observada a lei, deve-se atentar para o modo de organização dos colaboradores, meios e estruturas. Aqui, a chave é saber dar sincronia ao todo, em dois aspectos: o primeiro é a sincronia entre pessoas e meios, pois não se avança com um excelente maquinário, mas uma equipe pouco qualificada ou se o contrário ocorre; o segundo sentido de sincronia está em saber dar unidade ao trabalho, para que todos trabalhem segundo a mesma sinfonia. O líder deve saber dar forma à inteligência dos colabores, privilegiando (com responsabilidade) aqueles que demonstram mais funcionalidade, tornando-os os pontos de referência. Nesse segundo ponto está inclusa também a gestão econômica de maquinários, locais de trabalho e ferramentas – pois os instrumentos também precisam estar no ponto máximo de utilidade para que a ótima equipe possa produzir mais com menos desgaste. Sobre os locais de trabalho, podemos fazer inclusive uma relação com o primeiro ponto, a lei: caso existam irregularidades (mesmo que pequenas) e um colaborador sofre um acidente em decorrência disso, será penalizado também o dono do negócio.

Terceiro Ponto: Empresário

O terceiro ponto é o próprio empresário, a figura do líder. Quando este é válido, funciona como o Em Si ôntico da empresa: é o ponto de inteligência onipresente que dá a diretiva otimal, da qual os outros colhem os efeitos, a fenomenologia, sendo também o artífice do sucesso integral. Por essa razão, o empresário precisa ter um grande cuidado consigo mesmo e nesse nível é indispensável a realização de um processo de autoconhecimento, com seriedade e com o auxílio de um profissional válido, para “desbravar” o próprio inconsciente. A partir disto, é possível desenvolver uma exatidão de consciência, aprender a usar a racionalidade da melhor maneira e, principalmente, aprender os próprios modos, evidenciar os erros de atitude e postura e visualizar a decisão justa para o momento. Assim, é possível acessar a maior ferramenta da atividade empresarial de sucesso: a intuição do líder!

Quarto Ponto: Relação Externa com a Inteligência de Serviço

A quarta competência reside na relação externa com a inteligência de serviço, que se desdobra em expansão, produção, exposição e marketing, espaços, pessoas, modos de fazer, venda e relação com o cliente. Em síntese, isso se resume em um ponto fundamental: saber servir. É saber vender o serviço e saber configurar o a própria oferta à demanda, uma questão de saber vender o serviço de maneira superior e até mesmo estimulando uma novidade que agrade ao cliente. Sob essa lógica, o produto, apesar de importante, passa a ser secundário: o grande protagonista é o serviço prestado, e é por isso que se volta à importante das pessoas que fazem a empresa e, por consequência, prestam o serviço. Nesse processo, percebe-se que o segundo ponto está muito presente: a organização é fundamental para a excelência de serviço, e esse é o centro do business.

Quinto Ponto: Caracterialidade ou Psicologia de mercado: as Referências étnico-econômicas

O quinto argumento para se aprofundar é a caracterialidade ou psicologia de mercado: as referências étnico-econômicas. O fenômeno da globalização cada vez mais encurta distância e facilita o relacionamento com outros povos, quase que suprimindo os empecilhos de espaço e tempo, e está é uma excelente oportunidade de mercado, mas é necessário compreender a psicologia dos potenciais clientes? Como pensa o francês? E quais os hábitos do indiano? As crenças do russo? Essas peculiaridades inerentes à psicologia de cada povo são preponderantes no mundo do business, e é indispensável o estudo quando se deseja uma relação mais exitosa. É preciso ver, portanto, com qual povo se está estabelecendo uma relação, pois o melhor modo de se lidar com um novo ou potencial parceiro comercial é tratando-o de acordo com a sua psicologia étnica – e aí ganhe-se confiança. O mercado, afinal, é psicologia autêntica.

Este e outros assuntos são abordados no curso de Extenção Escola de Negócios: faculdadeam.edu.br/extensao/escola-de-negocios

  • quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Volta às Aulas!

Volta às Aulas!

O início de um novo ano sempre é momento de (re)começos... costumeiramente são feitas promessas de ano novo, traçamos metas e planejamos várias coisas. Para os estudantes, um desses recomeço já é esperado: a volta às aulas! E isto é também motivo para repensarmos algumas coisas e colocarmos tudo em ordem para aproveitar ao máximo este ano de estudos! Algumas atitudes simples podem nos auxiliar nesse processo, desde a preparação acadêmica para as aulas até alimentação. Confira aqui algumas ideias para fazer do novo ano letivo de fato uma novidade!

1 - Atividades físicas e alimentação desempenham um papel muito importante quando estamos estudando, e essa é um conhecimento que vem desde a Antiguidade Clássica: a expressão latina mens sana in corpore sano, do poeta romano Juvenal, dá o teor de que uma mente saudável precisa de um corpo também saudável. O exercício regular é, antes um tudo, uma maneira inteligente de investir o excesso de energia que temos principalmente quando jovens, e essa prática melhora a atividade mental e a capacidade de aprender. Além disso, beneficia também o raciocínio lógica e a memorização! Qualquer atividade física se encaixa aqui, desde que praticada com regularidade e de forma séria: escolha uma que te agrada e comece a praticar!

2 - Por mais que seja clichê e até um pouco chato (com certeza você já ouviu isso várias vezes...), organize a sua rotina de maneira a estudar diariamente. O hábito do estudo é fundamental para a vida do indivíduo, pois, desenvolve também a disciplina, a concentração e o foco. A regularidade no estudo faz com que você apreenda e compreenda melhor os conceitos e os assuntos, permite conectar melhor os diversos assuntos e promove uma melhora drástica no aprendizado e nas habilidades cognitivas em geral, pois mantém a mente sempre em interação inteligente com aquilo que realmente importa na sua vida nesse momento.

3 - Em se tratando de sala de aula e também em relação ao hábito do estudo diário, uma pequena (porém muito eficiente) atitude que pode ser tomada: perguntar ao professor os assuntos das próximas aulas e estudar antes da aula! Pode parecer uma inversão ou mesmo algo sem sentido, mas pense: a aula fica muito menos divertida quando o professor faz um monólogo e ninguém interage! E qual é o melhor modo de interagir? Sabendo de antemão qual é o assunto da aula e estudando! Com isso, você ganha muito em dois aspectos em particular: a aula vai servir de fato para você tirar dúvidas que surgiram a partir do estudo, então a aula será muito mais proveitosa; e você, por já ter estudado, provavelmente fará perguntas um pouco mais “avançadas” e isso aumenta o nível da aula como um todo, e pode servir inclusive de estímulo para os colegas fazerem o mesmo!

Essa realmente é uma grande fase, sabendo aproveitar, é possível fazer tudo e alcançar cada vez mais o nosso melhor. Um ótimo ano acadêmico para você e vamos fazer deste ano mais um ponto de crescimento na estrada da nossa existência!

  • terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
Gestão de pessoas: da Escolha do colaborador ao Resultado

Gestão de pessoas: da Escolha do colaborador ao Resultado

As pessoas são, de fato, o ponto fundamental na construção de um negócio de sucesso – e isto é constantemente sinalizado por grandes empreendedores. No entanto, se as pessoas são a fortuna do empresário, é necessário, ao mesmo tempo, perícia para fazer delas colaboradores líderes, que contribuam de fato para o crescimento do seu projeto empresarial.

Do ponto de vista prático, não se pode fazer tudo sozinho, então a parceria com os colaboradores deve começar já da escolha: quais critérios devem ser utilizados para selecionar aqueles que vão trabalhar na sua empresa? E como exercer o ato da delegação, presente em todas as atividades empresariais?

O primeiro passo na gestão da equipe é a escolha dos colaboradores. O ponto fundamental aqui é escolher colaboradores com capacidade liderística, e, para isso, você pode utilizar alguns critérios objetivos, que se baseiam no resultado profissional providenciado pelo indivíduo, que passam pelo valor profissional, a ambição do indivíduo, a sua coerência com a decisão do trabalho e o seu potencial, a sua “curva de crescimento”.

Outra questão que demanda atenção e preparação é a delegação de atividades. O líder deve ter domínio de todos os processos do seu negócio, mas precisa de “mais braços” para realizar as atividades operacionais. Deve-se ter em mente que delegar uma parte do próprio projeto a outros operadores é algo sério, e precisa ser feito com pessoas que estejam em harmonia com o interesse do empresário e seu projeto, pois o feixe de delegações, conduzido unitariamente pelo empresário, constitui depois o resultado desejado. Delegar de maneira eficiente implica em fazer com que o outro participe em autoridade, meios, responsabilidade, capacidade, objetivo e realização, e a verificação disto se dá por meio da honestidade e coerência apresentadas pelo colaborador conforme o que foi acordado e, claro, pelos resultados nos projetos empresariais. Para entender esse processo, podemos fazer uma analogia com o funcionamento do corpo humano: o cérebro (no caso, o empresário) distribui os diversos comandos para o resto do corpo humano, sempre coordenando a informação para ter ganho de saúde e funcionalidade.

O Escola de Negócios, curso promovido pela Antonio Meneghetti Faculdade, traz o que existe de mais moderno em técnicas de gestão e adiciona a Metodologia FOIL. Sempre com aulas ministradas por grandes empresários que enriquecem a experiência do aluno por meio da própria trajetória empresarial, o curso traz o tema Gestão de Pessoas em aulas sobre a relação colaborador, equipes e líder; seleção de pessoas; e delegação. Com uma abordagem distinta nos temas, o curso fornece uma novidade de conhecimento para que o empreendedor desenvolva o melhor resultado a partir da gestão eficiente do seu melhor recurso, as pessoas, se valendo do melhor de cada um para realizar o seu projeto!

Este e outros assuntos são abordados no curso de Extenção Escola de Negócios: faculdadeam.edu.br/extensao/escola-de-negocios

  • sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
Comece a fazer faculdade em 2018!

Comece a fazer faculdade em 2018!

Sim, nós sabemos que é uma fase de muitas dúvidas, mas só a experimentação nos dará a diretiva sobre o que fazer! Deve-se levar em conta que a formação de um indivíduo é composta por vários elementos e, dentre estes, dois são essenciais: o estudo e a atividade prática. A busca por novas experiências precisa se dar além de âmbito pessoal, mas também em acadêmico, visto que um bom técnico, de qualquer área, é forjado com dedicação ao trabalho e ao estudo.

Você já se perguntou, enquanto estudava alguma disciplina na escola: química, matemática, biologia, filosofia, física etc, “quando eu vou utilizar isso na minha vida?”. Pois é, as Escolas e os professores estão vivendo em um momento de transformação para encontrar a melhor forma de ensiná-los...  E aqui será diferente, pois nossos alunos não estudam simplesmente para concluir um curso de graduação e servir de exibicionismo em seus currículos, mas sim eles entendem a importância de aplicar o conhecimento na prática, no trabalho, no estudo, nos projetos de extensão, nas visitas técnicas, nas viagens internacionais. Enfim, em tudo. Porque aqui, se aprende, e se VIVE O APRENDIZADO NA PRÁTICA.

Confira o vídeo que mostra como o estudo é ligado as atividades práticas aqui na AMF:

 

 

  • segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Por que ainda não é AMF?

Por que ainda não é AMF?

1.    Renome, reconhecimento e qualidade de ensino
A AMF tem nota 5 pelo Ministério da Educação (MEC), e todos os cursos têm nota, no mínimo 4. Isso atesta qualidade de ensino, comprometimento do corpo docente e da instituição e empenho em oferecer ao aluno o que há de mais moderno e eficiente em grande curricular, metodologia e didática. Os professores, além da experiência em sala de aula e alta titulação, trazem também a experiência de sucesso no mercado de trabalho, pois são pessoas que atuam no mercado com solidez e eficiência – e isso reforça um dos lemas da AMF: aqui ensina aquele que é, sabe e faz.  Além disso, contamos com algo que é tão gratificante quanto o reconhecimento ministerial: os pais dos nossos alunos e a comunidade demonstram, frequentemente, o carinho e a confiança na AMF, e isso nos alegra, responsabiliza e impulsiona a fazer cada vez mais!

2.    Projetos de Extensão e oportunidades acadêmicas
Aqui, são realizados diversos projetos de extensão que complementam a formação dos alunos e permitem o desenvolvimento de competências indispensáveis para a atuação acadêmica e profissional. São projetos de formação empreendedora, línguas estrangeiras, comunicação, escrita, esporte, cultura e tecnologia, funcionando regularmente e de maneira integrada ao calendário letivo da AMF. Também existe a possibilidade e a liberdade para que alunos proponham e iniciem novos projetos, incentivando autonomia, proatividade e empreendedorismo no corpo discente. 

3.    Campus Recanto Maestro
O Centro Internacional de Arte e Cultura Humanista Recanto Maestro é o local onde a AMF está localizada e, por isso, funciona como campus da nossa instituição. Isso nos orgulha muito, pois o Recanto Maestro é um local que, desde sua criação, em 1988 pelo Acad. Prof. Antonio Meneghetti, também patrono da AMF, é pautado pela formação de pessoas, ou seja, é um local que caminha junto com a AMF no objetivo de desenvolver o melhor do ser humano!

4.    Estrutura Completa
Outro ponto de destaque da AMF é a estrutura, também agraciada com nota máximo pelo MEC. Com dois prédios e o terceiro já em construção, os alunos dispõem de salas de aula espaçosas, confortáveis e climatizadas; auditórios e mini-auditórios para realização de eventos científicos e culturais, aula magna e palestras; uma biblioteca com acervo rico e variado; centro esportivo com estrutura completa e suporte técnico para a prática esportiva; opões de moradia; e incubadora, para auxiliar os alunos que querem empreender desde cedo!

5.    Parcerias internacionais e intercâmbios
Além do reconhecimento nacional, a AMF conta com reconhecimento e parcerias internacionais. Além de trabalhar auxiliando no alcance dos objetivos de projetos da ONU e da UNESCO, a AMF possui convênio com cinco instituições fora do Brasil: a Universidade Estatal de São Petersburgo, na Rússia; a Università per Stranieri di Perugia, na cidade de Perugia, Itália; a Università degli Studi di Torino, em Torino, também na Itália; o Centro de Língua Italiana Calvino, em Florença, ainda na Itália; e a Regent School, em Londres, capital da Inglaterra. Hoje, é de suma importância para um jovem realizar parte da sua formação no exterior: além do efeito curricular, a experiência de imergir em outro país – com todas as especificidades culturais, linguísticas e populacionais – refresca a mente do jovem e permite o surgimento de tantas novas ideias.

6.    Formação individuada
É muito comum que as instituições de ensino apresentem a sua formação como sendo diferenciada. Mas quantas explicam e dão a evidência disso? Aqui na AMF, o maior diferencial se dá pelo complemento da formação humana à formação técnica. Cada pessoa é de uma forma, com suas peculiaridades, aptidões e potenciais, e o nosso objetivo é permitir que o aluno se desenvolve em base a esse potencial que já é seu por natureza. É uma proposta de formação individuada e criativa, que acontece na medida de cada aluno, em um belo processo de autoconhecimento, descobrindo e utilizando o que há de melhor em cada um!

7.    Atendimento diferenciado
Outro diferencial que está intimamente relacionado com essa proposta de ensino individuada e humanista é o modo como o aluno é atendido. Já de início, é possível perceber que, diferente de muitos lugares, os alunos aqui não são “número”: são entendidos como pessoas, com força de vontade, motivação e potencial para alcançar objetivos. A gestão da faculdade está disponível todos os dias e, de diversas formas, o aluno pode dialogar, apontando pontos de melhoria ou mesmo reforçando algo que está caminho na direção correta. Da mesma forma, o corpo técnico, por entender a proposta e, primordialmente, por trabalhar com alegria, vontade e com o mesmo ideal que a instituição carrega, tratam cada aluno e visitante com atenção e empatia, buscando solucionar o a demanda da melhor maneira possível.

As transferências externas para o primeiro
semestre letivo de 2018 estão abertas!

Clique aqui para fazer a sua inscrição. Aproveite essa oportunidade de começar 2018 ingressando em uma instituição que ensina você a desenvolver o seu melhor!
Venha fazer da AMF o seu novo mundo!

  • quarta-feira, 13 de dezembro de 2017